Mais uma edição da Feira Nacional do Cavalo que fez da Golegã o Centro do Mundo, pelo menos para os amantes das lides equestres, desenrolou-se durante os dias 6 a 15 de Novembro.
Tiraram-se Chapéus das caixas, escovaram-se as samarras, selaram-se os animais com arreios da festa. Pelo ar frio húmido, as baforadas saídas dos assadores das castanhas deixaram as ruas debaixo de uma densa neblina. Esperou-se todo o ano pela feira, reuniram-se os amigos à volta da mesa, das noitadas e da paixão pelo cavalo. Fizeram-se negócios passearam-se os marialvas e bebeu-se a primeira àgua-pé. Misturaram-se cores, cheiros e sabores que emprestaram durante aqueles dias àquela pequena vila situada nas lezírias do Tejo um colorido especial. Foi a grande festa da Golegã e um dos mais importantes pontos de encontro dos amantes do cavalo lusitano de todo o Mundo, que coincidiu também com as festas de São Martinho. Começou dia 6 e foi até dia 15 de Novembro, realizando-se conjuntamente a XXXIV Feira Nacional do Cavalo e a XI Feira Internacional do Cavalo Lusitano. A elegância das amazonas desfilou pela manga do largo do Arneiro, a perícia dos cavaleiros viu-se no picadeiro e nos concursos de atrelagem, discutiu-se em colóquios a importância do cavalo.
Trajando à antiga portuguesa, cavaleiros e amazonas deram um brilho especial à Golegã!
Sem comentários:
Enviar um comentário