Olá! Somos quatro jovens da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado em Santarém, no 12º ano. Na disciplina de Área de Projecto, decidimos fazer um trabalho relacionado com a terapia assistida por animais. Desta forma, pretendemos dar a conhecer a nossa experiência.
Jà hà algum tempo que não actualizamos o nosso blog, devido, sobretudo, ao grande trabalho que temos tido na realização final do trabalho escrito e da apresentação oral para a turma.
Estamos com esperança que iremos ter uma boa apresentação, pois esforçámo-nos para que conseguissemos incentivar os nossos colegas. Não iremos, por enquanto, expor o que iremos apresentar, pois é surpresa.
O ano lectivo está quase a terminar e o nosso projecto foi muito gratificante, pois deu-nos inúmeras experiências e fez-nos amadurecer.
Esperamos que a apresentação suscite interesse da turma e da professora da disciplina! Relativamente ao resto, é segredo, só será revelado na apresentação dia 18 de Maio no auditório da nossa escola....
Ontem, dia 8 de Março, dirigimo-nos mais uma vez à Escola de Equitação Dom Pequenote em Almeirim,
Eu e a minha colega Joana Interagimos com uma criança deficiente, o que nos deixou a reflectir bastante, pois sentimos que futuramente queremos interagir com mais crianças assim, ajudando-as e dando-lhes estímulos para o seu desenvolvimento.
Estivemos também todos nas cavalariças onde vimos um porco bebé, um pato, um gato, um pónei e muitos cavalos. Ficámos fascinada com aqueles animais e com aquelas crianças que tanto necessitam de ajuda e carinho. Os animais são de facto um meio precioso de ajuda.
Pretendomos lá voltar o quanto antes, interagindo da mesma forma que interagimos ontem.
A exposição durante este último mês decorreu com muito esforço e empenho por parte nós os quatro. Colaborámos todos para que conseguissemos no passado dia 26 de Fevereiro expor o nosso projecto na escola sobre a terapia assistida por animais e o projecto tampinhas.
Realizámos dois cartazes, um como incentivo aos nossos colegas para colaborarem na junção de tampinhas, ajudando-nos na recolha de ainda mais tampinhas daquelas que já disponibilizamos.
A nossa exposição teve mais sucesso do que o esperado, pois embora com alguma falta de respeito por parte de alguns elementos da escola com um dos nossos cartazes, em que realizaram alguns estragos aquando a exposição, hoje quando nos deslocámos ao placar onde estavam expostos os nossos cartazes, verificámos o garrafão que lá colocámos cheio de tampinhas, o que nos despertou uma enorme alegria por estarmos a conseguir com a ajuda dos nossos colegas, contribuir cada vez mais para que surjam novos sorrisos no rosto de pessoas que tanto necessitam de carinho e atenção. Termos também vindo a receber muitos garrafões cheios de tampinhas por parte de alguns colegas da nossa turma e de outras turmas, o que se torna bastante positvo, pois todos juntos estamos a colaborar para uma boa causa.
Em relação ao trabalho escrito, estamos a avançar progressivamente, embora agora neste último mês tenhamos estado muito empenhados na exposição, que contudo nos ocupou bastante tempo em conjunto com os testes e trabalhos das outras disciplinas.
Na próxima segunda-feira iremo-nos deslocar novamente à Escola de Equitação Dom Pequenote em Almeirim, afim de recolhermos mais informações e tirar mais fotografias.
Disponibilizámos ainda esta semana de mais um contacto de uma jovem ligada à hipoterapia que nos poderá fornecer mais informações sobre a equitação especial.
O mês de Fevereiro foi, de facto, bastante gradativo para nós, já que conseguimos atingir os nossos objectivos e esperamos que no final do ano lectivo disponibilizemos de muitos sacos cheios de tampinhas para entregarmos a uma instituição de solidariedade social e que sobretudo consigamos realizar uma apresentação do nosso trabalho que dê a entender aos nossos colegas e professores que a terapia assistida por animais é, cada vez mais, uma alternativa eficaz à fisioterapia.
Decorre actualmente no país um projecto de solidariedade social, com algumas características inovadoras e que tem sido apoiado tanto por iniciativas individuais e pessoais, como por instituições públicas e privadas - é o PROJECTO TAMPINHAS!
Este projecto consiste na entrega de tampas de plástico a empresas de reciclagem desse material, designadas pela Sociedade Ponto Verde, que em troca enviam o valor correspondente à tonelagem entregue. Esse valor reverte para a aquisição de cadeiras de rodas e para a compra de material ortopédico para quem mais necessita.
Quais as tampas a separar?
Todo o tipo de tampas de plástico, como tampas de garrafas e garrafões de água ou refrigerante, iogurtes líquidos, garrafas de óleo, shampoo, detergentes e vinho. As pegas dos garrafões de água ou anilhas, que são do mesmo material, também podem ser separadas.
Há gestos que podem fazer toda a diferença! Estamos a recolher tampinhas que serão trocadas por cadeiras de rodas e outros equipamentos.
Para que os objectivos sejam alcançados, a colaboração dos nossos colegas será indispensável!
Em finais de Fevereiro iremos realizar na escola uma exposição sobre o nosso projecto e em conjunto um apelo ao projecto tampinhas, colocando exposto um garrafão para que os nossos colegas e professores lá possam colocar tampas que consigam juntar, afim de posteriormente no final do ano entregar-mos todas as tampas recolhidas ao centro de recuperação Infantil de Almeirim.
O Jardim de Infância de Vale de Figueira tem estado a colaborar conosco juntando tampas. As crianças do Jardim têm estado a ser incentivadas a recolher muitas tampinhas, para ajudarem quem mais necessita.
Esperamos que este projecto corra como esperamos e que consigamos dár um bom contributo para que mais pessoas sejam felizes!
Sem dúvida que a hipoterapia tem vindo a ser cada vez mais divulgada e que os cavalos são os animais mais inteligentes e verdadeiros com quem o ser humano poderá sempre contar...
Não resistimos também em publicar esta reportagem elaborada pela equipa da RTP1, pois de facto, cada vez é mais importante dar uma maior atenção a esta terapia que tanto auxiliu poderá prestar às pessoas que mais necessitam...
No dia 4 de Janeiro iniciámos o nosso 2ºperiodo! Irá ser uma época de novas experiências, muito trabalho e claro muitos avanços no nosso projecto.
Na segunda feira dirigimo-nos novamente à Escola de Equitação "Dom Pequenote" em Almeirim para iniciar mais uma vez a colaboração nas aulas de hipoterapia. Contudo, chegámos a uma hora em que as aulas já tinham terminado, então estivemos novamente muito tempo à conversa com a senhora coordenadora e com o fisioterapeuta Dr. Bruno que nos forneceram novamente muita informação técnica e convidaram-nos a participar com eles numa acção de formação sobre hipoterapia que vai decorrer na escola de equitação D. Pequenote em Maio deste ano durante três dias.
No final deram-nos panfletos referentes ao centro equestre para podermos dar à nossa professora e aos nossos colegas.
Para a próxima semana iremo-nos lá deslocar novamente se tivermos disponibilidade.
Ontem fomos mais uma vez à escola de equitação de Almeirim, mas como estamos em época de Natal, não houveram aulas de hipoterapia. Estivemos então à conversa mais de uma hora com a coordenadora Ana Cristinha Rosa e com o fisioterapeuta Dr. Bruno que nos forneceram muitas informações sobre a equoterapia nomeadamente, técnicas de montar a cavalo, como se realiza cada sessão de equitação especial e muitas histórias sobre cavalos.
A equitação especial é subdividida em hipoterapia, equitação terapeutica e equitação desportiva adapatada. Esta divisão é baseada na Federação Inglesa de equitação especial.
Neste método terapeutico o cavalo deverá ser dócil, calmo, com um bom andamento, muito socializado e transpiste. O instrutor deverá ter uma boa voz para que consiga comunicar correctamente com o cavalo. O cavalo tem o mesmo padrão de andamento humano e é por isso que se escolhe este animal como uma grande fonte de ajuda terapeutica. É um animal gregário e extremamente inteligente que consegue criar relações afectivas muito mais fortes com o ser humano que o cão. É muito importante estar sempre atento às suas orelhas, pois estas indicam o estado de espirito em que se encontra.
Para além de todas estas informações foram-nos fornecidos conhecimentos relativamente a casos existente na escola de equitação, nomeadamente de uma rapariga cega e muda que com a ajuda da equitação especial tem vindo a ser uma verdadeira heroína.
Agora só lá nos deslocaremos dia 4 de Janeiro, pois a escola de equitação de Almeirim e a escola Agrária de Santarém irão fechar para férias.
Hoje disponibilizamos um vídeo que nos foi indicado pelo fisioterapeuta Dr. Bruno e pela senhora coordenadora...
Este primeiro Período foi sem dúvida cheio de emoções fortes com as experiências vividas na zooterapia, um tema fascinante que nos apaixonou imenso!
Apelamos desde já, para que neste Natal juntem o maior número possivel de tampas de garrafa e entreguem à identidade aderente mais próxima ligada ao "Projecto Tampinhas"! Estamos pois a fazer isso, juntando muitas tampinhas de garrafa para entregar posteriormente ao Centro de Recuperação Infantil de Almeirim ou na Junta Regional CNE de Santarém ligados à Associação Tampa amiga . Todos os distritos do País estão ligados a este enorme projecto criado em 2003.
Neste Natal, por favor, contribuam para um maior bem estar destas pessoas que tanto necessitam do nossa ajuda!
Aqui está o link do Projecto para que possam em todos os distritos de Portugal, verificar onde devem entregar as tampinhas... http://www.tampinhas.org/.
Definitivamente, o melhor amigo do homem. O cão não só é um excelente animal de companhia como também pode ter um papel fundamental no dia-a-dia de pessoas com dificuldades motoras, auditivas, visuais...
Educado para realizar tarefas que aumentem a autonomia e funcionalidade de uma pessoa com deficiência, o cão de assistência pode especializar-se em:
• Cão-guia: auxilia pessoas com deficiência visual.
• Cão de alerta: avisa pessoas, por exemplo com epilepsia, da proximidade de ocorrência de um ataque.
• Cão para surdos: indica fontes sonoras a pessoas com deficiências auditivas.
• Cão de serviço: auxilia pessoas com incapacidades motoras ou com problemas do foro psiquiátrico.
Consoante as características, necessidades e desejos de cada indivíduo, o cão pode ser educado para realizar determinadas habilidades, nomeadamente, retirar dinheiro do Multibanco, tirar a roupa da máquina de lavar, aconchegar o dono com uma manta, mudá-lo de posição na cama, apanhar objectos do chão, buscá-los quando estão em locais de difícil acesso, puxar a cadeira de rodas, abrir e fechar portas, ligar e desligar interruptores e ajudar a despir determinadas peças de vestuário.
Delfinoterapia ou terapia assistida por golfinhos é uma área cada vez mais explorada em alguns países, como a Austrália, Estados Unidos, Israel, México, Panamá, Espanha, entre outros. Em Portugal, pode recorrer a este tipo de Terapia no Estuário do Sado.
Os golfinhos são especialmente usados na intervenção em situações de paralisia cerebral, autismo, síndrome de Down, depressão e ansiedade, por estimularem a aprendizagem de respostas cognitivas, físicas ou afectivas mais adequadas. Também é possível trabalhar a motricidade grossa e fina, a linguagem, a autoconfiança, entre outros aspectos.
Estudos de investigação sobre a terapia assistida com golfinhos demonstraram que a interacção com estes animais tem um efeito relaxante e promove a auto-estima e auto-confiança em crianças com autismo, síndrome de Down, Anorexia, depressão, cancro e dificuldades de aprendizagem.
Segundo um estudo científico, os golfinhos aumentam as suas vocalizações durante a interacção com pessoas, sugerindo que as interacções com golfinhos providenciam um tratamento efectivo para os problemas de saúde humana. No entanto, nem todos os resultados estão devidamente fundamentados em termos científicos.
O sucesso desta terapia está relacionado com as características dos golfinhos:
- Constituem um importante elemento motivacional para o tratamento;
- O seu sonar natural (ecolocalização) tem um elevado poder terapêutico, pois permite-lhes identificar condições físicas anómalas e provocar melhorias neurofisiológicas nos pacientes;
- A sua extraordinária capacidade de emissão de sons parece estimular o sistema imunológico, produzir mudanças nas ondas cerebrais e interferir no metabolismo celular.
- A grande vantagem da terapia com golfinhos é que estes animais conseguem comunicar com as crianças com autismo, mesmo que estas não sejam capazes de reagir ao discurso, aos sinais e outras tentativas de comunicação do exterior.
Dia 23 de Novembro, foi mais um dia recheado de novas experiências e observações! Deslocámo-nos novamente à Escola de Equitação "D.Pequenote" de Almeirim para dármos continuidade ao nosso projecto.
Nesta segunda visita continuámos a colaborar com a senhora coordenadora Ana Cristina e com o fisioterapeuta Dr. Bruno que continuaram a ser bastante simpáticos e prestáveis connosco.
Desta vez, observámos dois casos novos. O primeiro caso foi de uma criança de 5 anos que sofre de paralisia cerebral que lhe afecta os quatro membros. Na sessão o passo do cavalo teve de ser mais lento, porque quanto mais lento for o passo maior é o estimulo e teve que se proceder a alongamentos de modo a que a criança realizasse melhor o seu processo de respiração.
O segundo caso foi de uma jovem que tem um problema de microcefalia, conseguindo apenas andar com ajuda e mesmo assim sente uma certa dificuldade. Consegue subir para cima do cavalo, por umas pequenas escadas colocadas lateralmente ao animal. Esta criança necessita frequentemente de receber estimulos do meio que a envolve e, deste modo, não consegue concentrar-se no cavalo porque a sua atenção vai toda para uma observação constante do que se encontra em seu redor.
Por fim, também presenciámos mais uma vez o caso do jovem que sofre de escliose e que já foi operado várias vezes. Esta sessão foi práticamente igual á anterior que vivenciámos na nossa primeira visita, pois estimulou-se a criança relativamente a conceitos básicos e a dár orientações tanto às pessoas como ao cavalo.
No fim a senhora coordenadora deixou que cada um de nós montasse a cavalo, o que foi, sem dúvida, uma experiência fantástica!
Iremos continuar a colaborar nas aulas de hipoterapia, provavelmente todas as semanas, conforme a nossa disponibilidade!
Mais uma edição da Feira Nacional do Cavalo que fez da Golegã o Centro do Mundo, pelo menos para os amantes das lides equestres, desenrolou-se durante os dias 6 a 15 de Novembro.
Tiraram-se Chapéus das caixas, escovaram-se as samarras, selaram-se os animais com arreios da festa. Pelo ar frio húmido, as baforadas saídas dos assadores das castanhas deixaram as ruas debaixo de uma densa neblina. Esperou-se todo o ano pela feira, reuniram-se os amigos à volta da mesa, das noitadas e da paixão pelo cavalo. Fizeram-se negócios passearam-se os marialvas e bebeu-se a primeira àgua-pé. Misturaram-se cores, cheiros e sabores que emprestaram durante aqueles dias àquela pequena vila situada nas lezírias do Tejo um colorido especial.
Foi a grande festa da Golegã e um dos mais importantes pontos de encontro dos amantes do cavalo lusitano de todo o Mundo, que coincidiu também com as festas de São Martinho. Começou dia 6 e foi até dia 15 de Novembro, realizando-se conjuntamente a XXXIV Feira Nacional do Cavalo e a XI Feira Internacional do Cavalo Lusitano. A elegância das amazonas desfilou pela manga do largo do Arneiro, a perícia dos cavaleiros viu-se no picadeiro e nos concursos de atrelagem, discutiu-se em colóquios a importância do cavalo.
Trajando à antiga portuguesa, cavaleiros e amazonas deram um brilho especial à Golegã!
Pois é, ontem foi uma tarde muito marcante no nosso projecto, já que nos fez reflectir muito e nos criou uma maior motivação para a elaboração de um grande trabalho.
Deslocámo-nos como já estava previsto, à escola de equitação "Dom Pequenote" de Almeirim junto ao Jardim-de-Infância "Os Infantes". Quando lá chegámos fomos novamente muito bem recebidos pela senhora coordenadora Ana Cristina que entrevistámos na Appacdm.
A senhora coordenadora direccionou-nos desde logo para o picadeiro, onde nos apresentou o fisioterapeuta Dr.Bruno que nos forneceu muita informação durante as duas sessões que tivemos a honra de vivenciar.
A primeira sessão de hipoterapia foi com um jovem com paralisia cerebral e que elaborou vários exercicios de tonos, que foram todos explicados pelo Dr. Bruno e pela coordenadora Ana Cristina.
Na segunda sessão o nível de deficiencia já era menos elevado, pois o jovem sofria de uma escliose muito elevada, tendo já sido operado várias vezes, não elaborando o organismo uma oxigenação adequada. Este jovem elaborou exercicios igualmente a nível do tonos e a nível de aprendizagem de conceitos, como a cor, a perspectiva, etc. Foi muito curioso ao observármos as mudanças da postura e do comportamento de ambos os jovens, após o montamento do cavalo.
A senhora coordenadora deixou-nos montar a cavalo, enquanto que o jovem do segundo caso puxava o cavalo em volteio com um dos elementos do grupo a montar.
As nossas tarefas foram, como é lógico divididas, tendo o Gonçalo tirando alguns apontamentos e ajudado no volteio do cavalo, a Joana esteve a tirar algumas fotografias e a tirar alguns apontamentos, o Diogo esteve a tirar algumas fotografias e a ajudar também no volteio e a Ana esteve a tirar fotografias, a filmar e também ajudou na segunda sessão, tendo sido o elemento do grupo que montou a cavalo.
No fim, a senhora coordenadora e o fisioterapeuta Dr.Bruno foram-nos mostrar a boxe dos cavalos.
Estivemos depois muito tempo os seis a conversar sobre hipoterapia ao que a senhora coordenadora disse para nos lá deslocarmos muito mais vezes, tanto a Almeirim como à escola Agrária, consoante o nosso horário. Disse igualmente que nas férias podiamos lá passar um dia e até lá poderiamos almoçar todos juntos, exercendo um trabalho de "estagiários". Referiu ainda que poderiamos levar para assistir a uma aula de hipoterapia a nossa professora de Área de Projecto e a nossa professora de Psicologia.
De facto, este tema está a ser muito fascinante. Está a apaixonar-nos aos quatro de uma forma incrivel. Verificar esta forma linda de poder ajudar pessoas que tanto necessitam e que não têm qualquer maldade na alma. Pessoas com um olhar doce e que tanto têm a capacidade de de nos conquistar! Pessoas que devem pois ser valorizadas, pois marcam a diferença entre todos nós!
Vamos pois ao longo do ano, disponibilizarmo-nos a ajudar estas pessoas que tanto necessitam de carinho, compreensão e acima de tudo estimulo, através das aulas de hipoterapia.
Agradecemos assim, mais uma vez, a disponibilidade e apoio que a senhora coordenadora está a demonstrar ao nosso projecto, assim como ao fisioterapeuta Dr.Bruno.
Na próxima Segunda Feira, iremos nos deslocar à escola de equitação de Almeirim, afim de assistirmos a uma aula de Hipoterapia com crianças deficientes.
Iremos recolher muitas fotografias e filmagens, pois já disposemos de autorização por parte da Appacdm.
Relativamente ao trabalho, estamos num bom desempenho, andado a pensar nos deslocar à Associação "Burricadas" no conselho de Mafra, pois a nossa deslocação a Atenor irá ser complicada, pela distância existente.
Já dispomos também da informação de que Portadores das mais diferentes espécies de deficiências podem-se beneficiar na Hippoterapia (Síndrome de down, paralisia cerebral, paraplegia, tetraplegia, síndroma de Asperger, etc).
É um excelente exercício para o equilíbrio e controle de tronco. Além disto, adquire-se autoconfiança e sobretudo as pessoas divertem-se.
Iremos expor a nossa futura visita à escola de equitação "D. Pequenote" de Almeirim o quanto antes.
"Os benefícios da terapia com animais são sobejamente conhecidos. Cada vez mais é usual recorrer-se a animais para ajudar crianças com deficiências, idosos, etc. Os animais dão estímulo, carinho, e são ao mesmo tempo uma responsabilidade pois dependem de nós. Desta forma facilitam o aumento de sociabilidade, de autoconfiança, e têm efeitos muito benéficos.
O objectivo da terapia com cães é fornecer o benefício terapêutico a pessoas de todas as idades, com desafios físicos, emocionais ou mentais. A melhoria na qualidade de vida pode vir com o estímulo social aumentado, o estímulo táctil e o moral melhorado, além do bem-estar físico.
As visitas dos cães podem fornecer uma mudança bem-vinda na rotina, ou a renovação de antigas afinidades. As pessoas tornam-se mais activas e respondem melhor, durante e após as visitas.
Uma visita animal pode oferecer o entretenimento, ou uma distracção muito bem-vindos. As visitas animais fornecem algo como "olhar para a frente". Afagar um cão ou um gato pode reduzir a pressão arterial de uma pessoa. Acariciá-los incentiva o uso das mãos e dos braços, esticando e girando.
O animal de estimação faz com que seja mais fácil, para que dois desconhecidos comecem a conversar. Dá às pessoas um interesse comum e fornece um foco para a conversação.
Um cão não dá atenção a idade ou a habilidade física, aceita as pessoas por elas, sem levar em conta nenhum preconceito.
Os benefícios do trabalho da terapia canina continuam mesmo após a visita. A visita sai, e ficam as recordações, não só da visita, mas de experiências passadas. Oferece algo para que os pacientes compartilhem.
Fazemos visitas a todo o tipo de instituições e recebemos também em Monsanto todo o público que pretenda usufruir dos benefícios da interacção com os cães!"
Este texto foi retirado do site da Associação da Tapada Nacional de Mafra, sitio que estamos a ponderar ir, já que esta associação está ligada à caninoterapia.
Hoje apresentamos assim um vídeo relacionado com estes simpáticos animais, que tanto têm a capacidade de nos apaixonar...
"Cerca de 70 crianças e jovens com deficiência vão participar, este ano lectivo, na modalidade de hipoterapia que a Câmara Municipal de Esposende proporciona a alunos de todos os agrupamentos de escolas do concelho e do núcleo de Marinhas da APPACDM.
Esta aposta enquadra-se no espírito do Projecto ‘Esposende, Município Educador’ e baseia-se fundamentalmente nos resultados positivos que esta modalidade transmite aos participantes, especialmente através de benefícios de ordem psicomotora e psicossocial.
O programa desenvolve-se em parceria com o Clube Hípico do Norte, que define o plano anual de aulas e um conjunto de actividades complementares, com vista à reabilitação global e reintegração física, social e psicológica de indivíduos com necessidades especiais, cujo instrumento utilizado é o cavalo.
Na apresentação do programa de desporto adaptado, onde se inclui a hipoterapia, esta semana, o presidente da Câmara Municipal de Esposende, João Cepa, destacou a importância des te programa, enquanto terapia alternativa e complementar, e garantiu que é um projecto para continuar a apostar.
João Cepa considera, contudo, que a equitação/hipismo é um sector com grandes potencialidades turísticas, pelo que manifestou a disponibilidade da câmara municipal para assumir uma parceria público-privada com vista à implantação de um centro hípico de referência na região, através da requalificação e melhoria do espaço existente."
"O autarca elogiou o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube Hípico do Norte, considerando que o projecto tem potencialidades para crescer e se assumir como uma mais-valia turística.
Atendendo aos resultados do estudo desenvolvido no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo do Concelho de Esposende, o presidente da autarquia referiu que o Município tem de reforçar os equipamentos na área do des-porto e do lazer que constituam mais-valias turísticas, capazes de atrair turistas e visitantes."
Hoje apresentamos assim uma reportagem retirada da RTP1 sobre hipoterapia...
Os cavalos não são todos iguais: há cavalos pequenos, entroncados, e cavalos altos e esbeltos. Os cavalos individualmente podem ser agrupados em grandes familias de raças. A maior parte dessas raças resulta de séculos de reprodução intencional com um objectivo, mas também há raças semi-selvagens que surgiram naturalmente.
Genericamente falando, consideram-se os seguintes grupos: Árabes, Puro-sangue, Sangue-quente, Trote, Sangue-Frio e Póneis.
A distribuição geográfica das raças foi originalmente determinada em grande parte pelas condições de vida. Nos Países em que os Invernos são rigorosos, os cavalos têm geralmente espessos mantos de Inverno e conseguem sobreviver com uma alimentação escassa. Pelo contrário, os cavalos dos climas mais quentes estão adaptados a temperaturas mais elevadas.
A intervenção do homem alterou em parte esta situação. Em algumas zonas as raças desapareceram, mas noutras partes do mundo foram introduzidas novas raças. O homem contribuiu significativamente também para o cruzamento de raças. Cada raça se diferencia das outras por algumas características. Os puro-sangue, por exemplo, são conhecidos pela ligeireza de membros, os cavalos de Tiro Holandeses pela sua força, os Árabes pela sua elegância e beleza e os Hanoverianos pelas suas qualidades como cavalos de equitação e desportivos.
No entanto, actualmente, no mundo inteiro, existem apenas 200 cavalos!
Hoje dispomos de um vídeo exactamente relacionado com estes belos animais, que tanto merecem a nossa admiração e respeito...
Hoje foi uma tarde de grande avanço para o nosso projecto, pois tal como já estava planeado deslocámos-no os quatro à Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental, no Vale de Santarém.
Quando lá chegámos fomos desde logo muito bem recebidos na secretaria da instituição, ao que nos mandaram aguardar durante meia hora pela senhora coordenadora da equoterapia.
Após a sua chegada, expusemos a nossa situação, explicando que estamos a elaborar um projecto sobre a terapia assistida por animais e que necessitamos bastante de informações sobre a equoterapia, ao que com a sua amável simpatia, nos recebeu igualmente muito bem, entendendo assim, a importância que este projecto assume para nós, dando-nos deste modo a conhecer a parte da Appacdm ligada aos animais, mais propriamente designada por Quinta Pedagógica da Bica. Observámos assim os animais lá existentes e os alunos dos cursos profissionais (mais informações após o consentimento da instituição).
Durante mais de uma hora entrevistámos a senhora coordenadora que nos transmitiu informações muito valiosas para o nosso projecto, assim como nos deu panfletos referentes à Quinta Pedagógica da Bica. Esta entrevista dispôs apenas de apontamentos nossos, já que ainda não temos autorização para tirar fotografias nem para exercer filmagens.
De facto, esta nossa visita, motivou-nos ainda mais para a elaboração do nosso projecto, pois descobrimos muita informação sobre a equoterapia, que não tínhamos ainda conhecimento. Informação essa que será posteriormente exposta.
É curioso como este tema tem a capacidade de nos estar a fascinar logo de início, dando-nos já a certeza, que se irá assumir como um projecto muito importante para nós, pois iremos-nos deparar com pessoas diferentes. Contudo, essas diferenças só por si assumem um valor inigualável, tal como tivemos a disponibilidade de observar esta tarde.
Agradecemos por fim, à senhora coordenadora pela sua disponibilidade e apoio.
Relativamente á terapia com golfinhos, o Zoomarine localizado no Algarve, está bastante ligado a esta vertente, com inúmeros inventos educacionais, que abrangem o conhecimento ligado ao espaço marinho e claro a interacção de crianças e adultos com os mais belos animais marinhos, os golfinhos!
Numa ida ao Algarve, um dos elementos do grupo, a Ana, tirou uma foto a um placar de rua sobre o zoomarine, com uma imagem que só por si dá que falar. Uma imagem que resume sem dúvida a interacção que se pode realizar com estes fabulosos animais marinhos...
Para mais informações, consultar: http://www.zoomarine.pt/
Vale mesmo a pena!